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Um pouco sobre o Haras PBR

Entusiasta da vida, do belo e da família, Paulo Benedito Rezende em menos de uma década se fez conhecer como um dos grandes criadores do Sul de Minas.

Video Haras PBR

HARAS PBR: TRADIÇÃO E LEGADO

       Era inicio dos anos 90 e os criadores da época sabem como é fácil falar do homem franco, alegre e de boa conversa, que apesar de nunca ter criado cavalos, aos 62 anos, entusiasmou-se com o desafio, beleza e docilidade do Mangalarga Marchador.
      Em menos de 5 anos o Haras PBR renderia não só inúmeros prêmios, mas principalmente muitos amigos e as boas lembranças, que nos anos seguintes povoariam as conversas da família nos finais de semana.
      Natural de São Gonçalo do Sapucaí passou sua infância entre Cambuquira, Caxambu e Conceição do Rio Verde. Mais tarde, já casado com D. Ana Maria, trilhou sua vida entre São Paulo, Rio de Janeiro e Borda da Mata.
      O mineiro, que adorava o mar, elegeria o Rio de Janeiro sua cidade do coração, aonde viveu por mais de 20 anos e aonde voltava sempre que podia. De fácil convivência e grandes ideais, dizia que trabalhar e produzir eram a essência do homem.
      Vitorioso em suas empreitadas, o empresário de sucesso no setor logístico e no agropecuário, fez história com quem conviveu - funcionários, clientes e amigos.
      Acolhedor, generoso e brincalhão, era conhecido pela boa prosa.


      Era um fã dos seus e costumava dizer que o grande prazer da vida era o viver em família, o que soube fazer como poucos: ele e D. Ana viveram cercados das filhas, genros e netos, com quem dividiam ensinamentos, planos e grandes histórias.
      Quando o neto João Paulo, então com 16 anos, contou sobre sua vontade de reativar o Haras, Seu Paulo teria relutado. Mas, como era difícil dizer não aos netos, concordou alertando que se fosse começar o fizesse para ser um dos melhores, sabendo que esse desafio exigiria trabalho duro...
      Em 2015 o Haras PBR voltou às pistas.
      Em 2015 Seu Paulo nos deixou... Partiu para outras pistas, misteriosas e distantes dos nossos olhos. Costumava insistir que quando partisse não queria “choro nem vela”, pois só tinha a agradecer pela vida bem vivida, pelos amigos que fez, pelo amor que viveu, filhas e netos.
      Seu Paulo se foi deixando seu legado, muitas saudades e o vazio próprio de quem soube ser presente.